Vereador Odair Holanda emite nota de esclarecimento à população de Guadalupe do Piauí

Todos conhecem a minha trajetória em Guadalupe até assumir o cargo de vereador do município, e da minha atuação em defesa do interesse coletivo e do respeito pelo suado dinheiro do contribuinte.

Assim, desde o ano passado venho pedindo reiteradamente na tribuna da Câmara Municipal de Guadalupe, informações sobre o Plano de Aplicação dos recursos do antigo FUNDEF no nosso município.

Em consulta no site do Tribunal de Contas, verifiquei que vários municípios que tiveram os recursos liberados, apresentaram o seu Plano de Aplicação, mas na listagem não constava o município de Guadalupe.

Diante de tal situação, solicitei ao Secretário Municipal de Planejamento e Gestão, que me encaminhasse o referido plano, mas não houve resposta. Somente apresentado o plano depois de ter ciência de denúncia por mim protocolada junto ao TCE/PI.

Assim, a única maneira para que tivesse acesso ao documento, foi protocolando denúncia junto ao tribunal de contas, no qual também peço a suspensão de pagamentos com recursos do FUNDEF até a apresentação do plano.

Destacamos, que o teor da denúncia por nós apresentada junto ao TCE/PI, foi completamente distorcido pela Rádio e Portal Cidade Luz, já que foi levado em conta quando da divulgação do fato na rádio, tão somente a opinião pessoal dos radialistas, principalmente no que se refere a paralização de obras com dinheiro do FUNDEF.

A decisão monocrática, deixa bastante evidente que “o denunciante requereu medida cautelar para suspender os seus eventuais pagamentos, relativos aos contratos, que têm como fonte de pagamentos os recursos oriundos dos precatórios do FUNDEF no Município de Guadalupe, até que sejam sanadas as irregularidades citadas.

Portanto, o pedido de suspensão de pagamentos até eventual correção de irregularidades, em nenhum momento comprometeria o andamento de qualquer obra ou fornecimento de bens e serviços.

A gestão municipal fala em transparência, contudo, nega informações essenciais para a devida fiscalização dos recursos públicos, não responde requerimentos aprovados na Câmara Municipal, agora utiliza um espaço que era para ser comunitário para vitimismo.

A Associação Comunitária e Cultural de Guadalupe, que detém a concessão para exploração de rádio difusão comunitária, tem o dever de atender a comunidade Guadalupense como um todo, hoje somente atende aos interesses políticos eleitorais da Prefeita Municipal de Guadalupe.

O Jornalismo sério, ético e imparcial sempre tem por princípio oferecer o contraditório, e não somente dar espaço a uma versão dos fatos, sequer deveria chegar ao ponto de se pedir direito de resposta, pois é dever de um veículo de comunicação sério dar garantia para que citados em matérias, tenham do direito de se manifestar.

Tenho a inteira certeza de que agi em defesa do interesse coletivo, e pela garantia de que os recursos públicos sejam efetivamente disponibilizados de forma eficiente e a quem mais precisa.

Não acredito que os valores de 1.320.000 (um milhão trezentos e vinte mil reais) para reforma do CEDEG, nem o valor de R$ 989.520,46 (novecentos e oitenta e nove mil quinhentos e vinte reais e quarenta e seis centavos) para a reforma Hipólito, vão ser integralmente empregados nessas obras, nem o mais fanático dos aliados da Prefeita Municipal acredita nessa enganação que está sendo feita com os recursos do FUNDEF.

Meu objetivo principal com a denúncia era chamar a atenção do Tribunal de Contas, para esse ataque está sendo promovido nos recursos que poderiam ser a transformação da nossa educação, mas que ao que parece vai ser jogado no ralo da corrupção.

Continuo firme com meus posicionamentos e linha de atuação enquanto vereador do Município de Guadalupe, jamais abaixarei a cabeça para aqueles não respeitam o seu povo, que se apropriam do indevidamente dos recursos da nossa gente.

Por fim, só quero agradecer as inúmeras mensagens de carinho e apoio dos guadalupenses que nos conhecem e nos apoiam. Que Deus abençoe a nossa gente, inclusive aqueles que querem o nosso mal.


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